terça-feira, 6 de outubro de 2009
segunda-feira, 5 de outubro de 2009
domingo, 4 de outubro de 2009
CCFI participa da Conferência de Livre Comunicação
“Democratizar a Comunicação é possível”. Com esse lema, representantes de diversas entidades de classe e da sociedade em geral reuniram-se neste sábado (03.10) no plenário da Câmara Municipal para discutir o papel dos meios de comunicação. Temas como o poder de resistência, a hegemonia dos grandes conglomerados de mídia e as novas tecnologias da informação foram recorrentes na pauta de debates.
Convicto de que a comunicação tem papel fundamental na mobilização popular e na solução dos conflitos sociais, o Conselho da Comunidade na Execução Penal, representado pela presidente Luciane Ferreira e pela secretária Fabiula Wurmeister, fez questão de participar da Conferência Livre de Comunicação de Foz do Iguaçu.
Entre os objetivos da Comissão Iguaçuense Pró-Conferência de Comunicação destacaram-se a apresentação e discussão de experiências locais que estão conseguindo “furar o bloqueio dos grandes empresários da comunicação” por meio de meios alternativos, de linhas editoriais independentes, do estímulo à produção cultural e do resgate histórico.
Conduziram as discussões na mesa “Direito Humano à Comunicação e Democratização da Mídia” a professora da Unioeste, campus de Marechal Cândido Rondon, Carla Silva, e as jornalistas Aniela Almeida, do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Paraná (Sindijor-PR), e Rachel Bragatto, do Coletivo Intervozes. Ambas fazem parte da Comissão Paranaense Pró-Conferência de Comunicação.
O resgate histórico ficou por conta da apresentação do documentário “Jornal Nosso Tempo: um marco de resistência democrática em Foz do Iguaçu”, dos jornalistas Carlos Luz e Thays Petters.
Na mesa “Práticas de Mídias Alternativas”, puderam ser conhecidas as propostas do Blog de Foz, do Cartel do Rap, do Movimento Cultural Guatá, do Megafone e do Sopabrasiguaia.
Na ocasião, a estratégia de divulgação das atividades, interação com a comunidade e de alerta às questões carcerárias adotada pelo CCFI por meio deste blog foi citada pelo jornalista do portal Megafone, Wemerson Augusto, como um exemplo a ser seguido por outras entidades.
Propostas de mudança como a necessária revisão das concessões públicas de rádio e televisão, o respeito aos preceitos constitucionais, a regulamentação da legislação que rege a comunicação no país, a criação de um conselho de comunicação, entre outros, nortearam os princípios expostos da Carta de Foz do Iguaçu.
De acordo com o regimento interno da 1ª Conferência Nacional de Comunicação (Confecom), as propostas levantadas nesta etapa municipal serão repassadas no prazo de cinco dias à comissão organizadora e levadas às discussões e priorizações das estadas estadual – de 6 a 8 de novembro, em Curitiba - e nacional – de 1º a 3 de dezembro, em Brasília.
A Comissão Iguaçuense Pró-Conferência de Comunicação é composta pela APP-Sindicato, Conselho Regional de Psicologia, Rede Proteger e Sindijor-PR.
Leia mais sobre a Conferência Livre de Comunicação de Foz do Iguaçu:
Fotos: Marcos Labanca e Fabiula Wurmeister
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quinta-feira, 1 de outubro de 2009
Seminário de Identificação da Rede - Mulheres Vítimas de Violência
Tendo em vista o grande número de mulheres encarceradas em Foz do Iguaçu, o Conselho da Comunidade na Execução Penal firmou com o Conselho Municipal dos Direitos das Mulheres uma cooperação a fim de viabilizar atendimento mínimo àquela população como determina a lei.
Por conta disso, na oportunidade da realização do Seminário de Identificação da Rede de Atendimento às Mulheres Vítimas de Violência, o CCFI expôs a realidade da população carcerária feminina atualmente abrigada na Cadeia Pública Laudemir Neves. A presidente Luciane Ferreira apresentou algumas das ações que vêm sendo desenvolvidas pela entidade, entre elas o Projeto AME (Apoio à Mulher Encarcerada).
O evento promovido pelo Conselho Municipal dos Direitos da Mulher, realizado no SESC, no dia 1º de Outubro, contou com o apoio da Secretaria Municipal de Assistência Social e teve como atividades a apresentação de vídeo realizado pela TV RPC sobre a violência doméstica e suas causas, do projeto do Centro de Referência e exposição dos atendimentos prestados às vítimas pelos programas e instituições que compõem a Rede.
Estiveram presentes as seguintes entidades: Policia Militar, Delegacia da Mulher, Hospital Ministro Costa Cavalcanti, SESC, Conselho da Comunidade na Execução Penal, Itaipu, Foz Habita, Procuradoria da Justiça Gratuita, Secretaria Municipal da Assistência Social, Casa Abrigo, CMDM, CREAS, CRAS, Secretaria Municipal da Saúde, Terceira Idade, SEST/SENAT, Câmara de Vereadores, Colégio Dom Pedro, Cesufoz, UDC, Provopar, Uniamérica e Projeto Esperança e Vida.
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